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Como acertar a escolha do data center? Colocation, cloud e hosting em xeque

O enorme volume de dados gerados pelas novas aplicações e tecnologias da transformação digital exige das empresas uma estratégia correta de como usar e armazenar tais dados. A escolha do data center precisa ser orientada pelo contexto correto.

Vivemos momentos de grandes transformações lideradas pelo digital, ainda em curso e sem data para evitar surpresas em todos os setores. Mas o que mais surpreende, e muitas vezes assusta, é o volume de dados gerado pelo uso de tecnologias disruptivas em variadas estratégias de negócios. E aí se incluem Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), Inteligência Artificial (IA), Machine Learning …

De acordo com a consultoria global Gartner, em razão do avanço da IoT em variados projetos pelo mundo, 8,4 bilhões de “coisas” estavam conectadas em 2017 e chegarão a 20,4 bilhões até 2020. Todas gerando um volume imensurável de dados.

Empresas de variados setores e indústria já estão despertando para a importância de transformar esses dados em informações estratégicas. Portanto é preciso armazená-los com segurança e torná-los acessíveis de maneira inteligente. Mas então surge o desafio: como fazer isso?

O modelo de negócio foi transformado, cresceu e o espaço físico se tornou pequeno para abrigar um data center corporativo que seja capaz de suportar essa evolução e atender aos objetivos prementes da operação. Esse quadro é cada vez mais comum quando a transformação digital bate à porta da empresa.

E a saída tem três vias: colocation, hosting ou cloud computing, dependendo dos objetivos do negócio. Todas as alternativas têm em comum, principalmente, economia de custos, segurança e disponibilidade. Não por acaso, de acordo com a consultoria global Frost & Sullivan, a receita do mercado de data center no Brasil foi de US$ 1,3 bilhão em 2017 e deve chegar a US$ 2 bilhões em 2022.

Colocation

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Se a demanda é por mais espaço, ainda que seja uma solução inicial, não há dúvidas de que o colocation é a melhor alternativa. A empresa aluga esse espaço como serviço e constrói nele um ambiente com seus próprios equipamentos, compartilhando custos de banda, espaço para dados, conexão, eletricidade, entre outros, com o provedor do serviço.

E ainda se livra do fardo de ter de se preocupar com infraestrutura, disponibilidade, segurança, monitoramento, redundância, escalabilidade e suporte, com economia de custos e ganhos em produtividade.

Cloud Computing

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Mas digamos que o seu negócio necessite de flexibilidade. Então cloud computing é o caminho. Porque o conceito possibilita a aquisição de infraestrutura de TI de acordo com suas necessidades e escalabilidade, em linha com a expansão do negócio. Com a vantagem de contar com infraestrutura de hardware atualizada e segura do provedor.

De acordo com estudo da consultoria global IDC, dois terços das empresas multinacionais usam serviços de nuvem e têm estimativa de movimentar, até 2020, mais de US$ 43 bilhões. Além disso, 80% das empresas na América Latina são usuárias de algum tipo de serviço de cloud.

Esses dados não surpreendem, considerando que provedores de cloud computing proporcionam servidores, recursos de rede e até equipe de profissionais para gestão, manutenção e resolução de problemas. Os provedores de nuvem oferecem seu espaço de armazenamento virtual sob demanda e quem fica nas nuvens é, de fato, o seu negócio.

Hosting

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Para empresas que desejam investir apenas em hospedagem em um espaço determinado, fixado, a melhor alternativa é a hospedagem tradicional, conhecida como Hosting. Esse serviço de data center hospeda aplicações, soluções de tecnologia da informação ou ativos, além de gerenciar tarefas de manutenção para garantir o pleno e bom funcionamento do ambiente. É oferecido em duas categorias: hospedagem dedicada e hospedagem compartilhada.

Na hospedagem dedicada, a empresa paga por recursos de servidores, quantidade definida de largura de banda dedicada, CPU, RAM e espaço no centro de dados.  E pode ser interessante, dependendo da estratégia, porque ela detém total controle de todos os recursos dos servidores.

Já a hospedagem compartilhada é caracterizada pelo volume definido de armazenamento em um único servidor, sendo que os recursos desse servidor são compartilhados entre diferentes clientes.

A disponibilidade do hosting, portanto, pode ser afetada em momentos de pico de tráfego. Por isso a importância de adequar a estratégia aos objetivos de negócio, escolhendo a modalidade ideal. Caso o negócio necessite de agilidade na escalabilidade do servidor, por apresentar bruscas variações no tráfego, o hosting pode não representar uma boa saída. Considere o modelo cloud nesse caso.

Avaliar colocation, hosting ou cloud computing para uma decisão assertiva não pode se transformar em um problema. Quem não deseja se arriscar nas avaliações, melhor contar com a ajuda de provedor renomado que fará todas as investigações necessárias e indicará a solução ideal.

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